sexta-feira, 29 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
O PROFESSOR E O ALUNO
Professor: Você é cristão, filho?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em
Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.
Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro!
Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.
Professor: Meu irmão morreu de
câncer, embora ele orasse a Deus para curá-lo. A maioria de nós tentaria ajudar
outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus,
então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)
Professor: Você não pode responder,
não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.
Professor: E Satanás é bom?
Aluno: Não.
Professor: De onde é que Satanás vem?
Aluno: A partir de... DEUS.
Professor: Isso mesmo. Diga-me,
filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.
Professor: O mal está em toda parte,
não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.
Professor: Então, quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)
Professor: Existe doença?
Imoralidade? Ódio? Feiura? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não
é?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)
Professor: A ciência diz que você tem
5 sentidos que usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me,
filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Diga-nos se você já ouviu
o seu Deus?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Você já sentiu o seu Deus,
provou o seu DEUS, cheirou o seu Deus? Alguma vez, você já teve qualquer
percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Desculpe-me, mas
eu não tive.
Professor: Mas você ainda acredita
nEle?
Aluno: Sim.
Professor: De acordo com o protocolo
empírico, testável, demonstrável da Ciência, o seu Deus não existe. O que você
acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.
Professor: Sim, fé. É com isso que a
Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa
como o calor?
Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o
frio?
Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.
(O auditório ficou muito quieto com
essa sucessão de eventos.)
Aluno: Professor, o senhor pode ter
muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, calor branco, pouco calor ou
nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir -236 graus
abaixo de zero, que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio
não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de
calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de
calor, senhor, apenas a ausência dele.
(Havia silêncio no auditório.)
Estudante: E sobre a escuridão,
Professor? Existe tal coisa como a escuridão?
Professor: Sim. O que é noite, se não
existe a escuridão?
Estudante: O senhor está errado
novamente. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz
normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz, constantemente,
você não tem nada, e isso é chamado de escuridão, não é? Na realidade, não é.
Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não
seria?
Professor: Então, a qual ponto você
quer chegar, rapaz?
Aluno: Senhor, o meu ponto é que a
sua premissa filosófica é falha.
Professor: Falha? Você pode explicar
como?
Aluno: Professor, o senhor está
trabalhando na premissa da dualidade. O senhor argumenta que há vida e há
morte, um Deus bom e um Deus mau. O senhor está vendo o conceito de Deus como
algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a Ciência não pode explicar um
pensamento. Ela usa a eletricidade e o magnetismo, mas nunca os viu, muito
menos, completamente, compreendeu qualquer um deles. Ver a morte como o oposto
da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo
substantivo.
A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora diga-me, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?
A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora diga-me, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?
Professor: Se você está se referindo
ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.
Estudante: Você já observou a
evolução com seus próprios olhos, senhor?
(O professor balançou a cabeça com um
sorriso, começando a perceber para onde o argumento estava indo.)
Estudante: Como ninguém jamais
observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este
processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião,
senhor? Você não é um cientista, mas um pregador?
(A classe estava em alvoroço.)
Aluno: Existe alguém na classe que já
viu o cérebro do professor?
(A classe explodiu em gargalhadas.)
Aluno: Existe alguém aqui que já
ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter
feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos
empíricos, estáveis e comprovados, a Ciência diz que você não tem cérebro,
senhor. Com todo o respeito, senhor, como confiar em suas palestras?
(A sala ficou em silêncio. O
Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)
Professor: Eu acho que você vai ter
que tomá-las pela fé, filho.
Aluno: É isso, senhor ... Exatamente!
O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em
movimento.
Autor Desconhecido
P.S.:
Acredito que você tenha gostado da conversa. E se assim for, você, provavelmente, vai querer que seus amigos e colegas aproveitem o mesmo, não vai?
Assinar:
Comentários (Atom)
